É LEI

Lei nº 9.965, de 27 de abril de 2000 Restringe a venda de esteróides ou peptídeos anabolizantes e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o A dispensação ou a venda de medicamentos do grupo terapêutico dos esteróides ou peptídeos anabolizantes para uso humano estarão restritas à apresentação e retenção, pela farmácia ou drogaria, da cópia carbonada de receita emitida por médico ou dentista devidamente registrados nos respectivos conselhos profissionais. Parágrafo único. A receita de que trata este artigo deverá conter a identificação do profissional, o número de registro no respectivo conselho profissional (CRM ou CRO), o número do Cadastro da Pessoa Física (CPF), o endereço e telefone profissionais, além do nome, do endereço do paciente e do número do Código Internacional de Doenças (CID), devendo a mesma ficar retida no estabelecimento farmacêutico por cinco anos.
Art. 2o A inobservância do disposto nesta Lei configurará infração sanitária, estando o infrator sujeito ao processo e penalidades previstos na Lei no 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das demais sanções civis ou penais. Art. 3o A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão celebrar convênios para a fiscalização e o controle da observância desta Lei.
Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de abril de 2000; 179o da Independência e 112o da República.
Fernando Henrique Cardoso
José Gregori José Serra

ESTUDANDO FISIOLOGIA HORMONAL

COLESTEROL

Claro que você sabe que COLESTEROL É UM HORMÔNIO!

Sabia que Todos os hormônios esteroides são derivados a partir do colesterol.
É importante para a formação de hormônios de vitamina D e até ácidos biliares, que ajudam na digestão das gorduras da alimentação.

Situação comum: você faz exames de sangue e a maioria deles contém o lipidograma completo (ou “dosagem de colesterol”) e, atualmente, se o Total dá maior que 200 a maioria dos médicos prescreve para os pacientes as estatinas (medicamentos “para reduzir o colesterol”, como #sinvastatina, #atorvastatina, #rosuvastatina, etc); onde está o problema com isto? São vários possíveis (e que muito comumente ocorre):

– Você esta tomando remédio a toa: O organismo aumenta a produção de colesterol naturalmente quando precisa reparar lesões, produzir hormônios esteroidais (por exemplo, testosterona, estradiol, cortisol, etc), recompor nervos, multiplicar células, etc – ou seja, colesterol NÃO é o vilão, não é “mau” e muitas pessoas por aí estão se prejudicando isto usando as estatinas.

– Você pode gerar mais sintomas que alívio: Estatinas frequentemente causam muitos efeitos colaterais, que já aparecem com pouco tempo de tratamento e tendem a piorar com o uso crônico, a exemplo de cansaço, dores e fraquezas musculares, dores de cabeça, memória ruim e vários outros. Das minhas pesquisas. Marta DePaula -Jornal Conceito Saúde

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COMO OS HORMÔNIOS ATUAM SOBRE A PELE?

Dra. Adriana Scheeren
O principal fator intrínseco que contribui para o envelhecimento cutâneo são as alterações HORMONAIS. Com a diminuição dos níveis hormonais, principalmente de estrogênios, progesterona, testosterona, ocorre uma redução da síntese de colágeno e ácido hialurônico, redução da capacidade de hidratação, diminuição do tônus muscular, alteração da textura e cor da pele. Enfim, alterações fisiológicas e funcionais que repercutem na estética. A Modulação Hormonal NANO aliada às técnicas de rejuvenescimento te devolvem uma pele bonita e SAUDÁVEL!!!

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HORMÔNIOS NA ODONTOLOGIA

Dra. Karina Lorenzon May

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  • O dentista é capacitado e competente para tratar deficiências hormonais com repercussão bucal.

    A falta de hormônios no organismo causa uma série de problemas na boca, além das implicações no resto do corpo.

    O estrogênio protege os dentes, as gengivas e a mucosa oral além de equilibrar as glândulas que produzem saliva. A falta desse hormônio no corpo aumenta o risco de desenvolver osteoporose, que afeta a densidade dos ossos, incluindo os dentes.

    E a falta de testosterona está ligada à inflamações, que podem levar a periodontite.

    Esses são alguns exemplos de como os hormônios sexuais afetam a saúde da boca, que é tratada pelo cirurgião dentista. Por isso a modulação precisa ser realizada dentro da odontologia também.

HORMÔNIOS – Sistema Endócrino

Conhecer as principais glândulas endócrinas e seus hormônios é fundamental para a compreensão do funcionamento do organismo!

Os hormônios são substâncias produzidas pelas chamadas glândulas endócrinas. Essas glândulas produzem secreções que são lançadas diretamente na corrente sanguínea.

No nosso corpo, o conjunto dessas glândulas forma o chamado sistema endócrino.

Veja as principais glândulas endócrinas e seus hormônios:

Hipotálamo

Fator inibidor da prolactina (PIF) – Inibe a produção de prolactina pela hipófise;

Hormônio liberador da corticotrona (CRH) – Estimula a liberação do hormônio adrenocorticotrófico; Hormônio liberador da tireotrona (TRH) – Estimula a secreção do hormônio tireoestimulante;

Hormônio liberador de gonadotronas (GnRH) – Estimula a liberação dos hormônios folículo estimulante e luteinizante; Hormônio liberador do hormônio do crescimento (GHRH) – Estimula a secreção do hormônio do crescimento;

Fórmula química da Ocitocina

Ocitocina ou oxitocina – Estimula a contração do útero e a expulsão do leite. Esse hormônio, apesar de ser sintetizado no hipotálamo, é armazenado na porção da hipóse denominada de neuro-hipóse;

Vasopressina ou hormônio antidiurético (ADH) – Promove a reabsorção de água pelos rins. Assim como a ocitocina, esse hormônio, após a síntese, é armazenado na neuro-hipóse.

Hipófise ou Glândula Pituitária

Hormônio Adrenocorticotróco (ACTH) – Estimula a liberação de hormônios pelo córtex das suprarrenais;

Hormônio do Crescimento (GH) – Promove o desenvolvimento de ossos e cartilagens, acelerando o crescimento do organismo;

Hormônio Folículo Estimulante (FSH) – Promove a espermatogênese no homem e, na mulher, estimula o crescimento dos folículos ovarianos;

Hormônio Luteinizante (LH) – No homem, estimula a produção de testosterona e, na mulhe,r atua na maturação do folículo ovariano e na ovulação;

Hormônio Tireoestimulante (TSH) – Estimula a secreção dos hormônios da tireoide;

Prolactina – Estimula a produção de leite nas glândulas mamárias.

Glândula pineal

Melatonina – Atua, principalmente, regulando o sono, mas possui funções imunomoduladoras, anti-inflamatórias, antitumorais e antioxidantes.

Tiroxina – Atua no metabolismo e na respiração celular;

Tri-iodotironina – Atua no metabolismo e na respiração celular.

Paratireoide

Paratormônio – Aumenta o nível de cálcio no sangue. Possui ação contrária à da calcitonina.

Suprarrenais

Aldosterona – Promove a reabsorção do sódio, garantindo o equilíbrio eletrolítico;

Fórmula química do Cortisol

Cortisol – Provoca aumento na concentração de glicose no sangue e na mobilização de aminoácidos do músculo esquelético para o fígado.

Adrenalina e Noradrenalina – Esses dois hormônios são quimicamente semelhantes, produzidos a partir de modicações bioquímicas no aminoácido tirosina.

Quando uma pessoa vive uma situação de estresse (susto, situações de grande emoção etc.), o sistema nervoso estimula a medula adrenal a liberar adrenalina no sangue. Sob a ação desse hormônio, os vasos sanguíneos da pele se contraem e a pessoa fica pálida; o sangue passa a se concentrar nos músculos e nos órgãos internos, preparando o organismo para uma resposta vigorosa.

A adrenalina também produz taquicardia (aumento do ritmo cardíaco), aumento da pressão arterial e maior excitabilidade do sistema nervoso. Essas alterações metabólicas permitem que o organismo de uma resposta rápida à situação de emergência.

A noradrenalina é liberada em doses mais ou menos constantes pela medula adrenal, independentemente da liberação de adrenalina. Sua principal função é manter a pressão sanguínea em níveis normais.

Pâncreas


Fórmula química da Insulina

Insulina – Aumenta a captação de glicose pelas células, a síntese de glicogênio e estimula a síntese de proteínas; Glucagon – Promove a gliconeogênese (síntese de glicose) no fígado;

Somatostatina – Intervém indiretamente na regulagem da glicemia, e modula a secreção da insulina e glucagon;

Amilina – A amilina é um hormônio do tamanho de um peptídeo que é produzida e liberada pelas mesmas células beta do pâncreas, como a insulina. A função da amilina ainda não está completamente compreendida, desde que foi descoberta recentemente, nos últimos 20-25 anos; no entanto, os cientistas estão começando a reconhecer a relevância que esse hormônio desempenha no corpo e como é importante para o controle da glicose;

Polipeptídeo Pancreático – Tem como objetivo inibir o pâncreas exócrino e reduzir a libertação da somatostatina; Gastrina – É um hormônio que controla a produção de ácido no estômago.

Testículos

Fórmula química da Testosterona

Testosterona – Promove o desenvolvimento de características sexuais masculinas e estimula a espermatogênese;

Estradiol – É um hormônio, que na qual, em anatomia masculina, atua como importantes efeitos comportamentais. Altos níveis de estradiol são relacionados com uma redução do comportamento competitivo, agressivo e de dominância;

Inibina – é um hormônio cuja função principal é a inibição da produção de Hormônio folículo-estimulante (FSH) pela hipóse. É antagonista (tem efeito oposto) da activina. Existem dois tipos: Inibina A e Inibina B;

Androgênicos – Um hormônio masculino produzido pelos testículos a partir do colesterol. Na verdade, são substâncias modicadas quimicamente, a partir da molécula de testosterona, tendo como objetivos diminuir a velocidade de degradação do hormônio original, bem como, tentar evitar os seus efeitos masculinizantes (androgênicos).

Ovários

Estrógeno – Promove o desenvolvimento de características sexuais femininas e o aumento do endométrio; Progesterona – Promove o desenvolvimento de características sexuais femininas e garante a manutenção do endométrio;

Estômago


Fórmula química da Gastrina

Gastrina – É um hormônio que controla a produção de ácido no estômago;

Grelina – Também conhecida como o “hormônio da fome”, é um hormônio peptídeo produzida principalmente pelas células épsilon do estômago e do pâncreas quando o estômago está vazio e atuam no hipotálamo lateral e no núcleo arqueado gerando a sensação de fome;

Histamina – As células enterocromafins após estímulo da gastrina produz o hormônio histamina que também estimula a secreção de ácido pela estimulação dos receptores H2 das células parietais. A histamina é um cofator necessário para estimular a produção de ácido clorídrico; Neuropeptídeo Y – É um hormônio estimulador de apetite.

Timo

Timosina – é um hormônio polipeptídico do timo que influi na maturação dos linfócitos T destinados a desempenhar uma função ativa na imunidade por mediação celular. A timosina pode servir como imunotransmissor, modulando os eixos hipotalâmicos hipofisário-suprarrenal e das gônadas. Também colabora para a neutralização dos efeitos danosos do cortisol.

Fígado

Fórmula química da Colecistocinina

Colecistocinina – é uma hormônio gastro-intestinal (GI) que estimula a contração da vesícula biliar e do pâncreas, com digestão de gordura e proteínas. Está relacionado com a digestão e com a sensação de saciedade;

Angiotensinógeno – é um hormônio que aumenta a pressão sanguínea quando ativado pela renina.

SONO

É durante o sono que o corpo recupera as energias, otimiza o metabolismo e regulariza a função dos hormônios fundamentais para o funcionamento do corpo. Também durante o sono é que nosso cérebro armazena o que é importante, consolidando nossa memória.

Por que os hormônios são tão importantes para o equilíbrio do corpo

Mudanças no comportamento, peso e apetite são alguns dos reflexos provocados pelas oscilações dessas substâncias.

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Eles são responsáveis por zelar pelo seu sono, fazer seu sistema reprodutor trabalhar, preparar seu corpo para situações de estresse, metabolizar o que você come e ainda influenciam seu humor e comportamento. E mais: são capazes de promover uma série de alterações físicas visíveis, que vão desde impulsionar o crescimento até o ganho ou perda de peso, por exemplo.

Os hormônios são substâncias químicas produzidas principalmente por glândulas e injetadas diretamente na corrente sanguínea. Eles percorrem o corpo até encontrar as células-alvo, aquelas nas quais vão agir. Por meio de receptores, se acoplam nessas células e iniciam suas funções.

— O hormônio é a chave, e a célula tem várias fechaduras, que podem estar em diferentes locais da sua estrutura. No momento em que acontece essa ligação, diferentes ações no metabolismo celular são desencadeadas — ilustra o endocrinologista do Hospital Moinhos de Vento Fernando Gerchman.

Todas as ações reguladoras disparadas a partir dos hormônios ocorrem de forma tão natural e silenciosa a ponto de só se tornarem perceptíveis em caso de disfunções.

— Só notamos a ação dos hormônios quando há alguma doença que afete a função da glândula, que passa a produzir a substância para mais ou para menos — diz o médico integrante do comitê de endocrinologia e metabologia da Unimed Porto Alegre Sérgio Lerias de Almeida.

A importância dessas substâncias é tamanha que, segundo Gerchman, os estados de deficiência ou excesso podem provocar doenças que acarretam até a morte.

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Eles mexem com o seu humor

Boa parte das mulheres sabe como é ter de lidar com as variações hormonais, especialmente nos dias que antecedem a menstruação. A síndrome pré-menstrual, conhecida como tensão pré-menstrual, ou TPM, mostra com nitidez como essas substâncias podem mexer com o organismo. De acordo com a professora de ginecologia da UFRGS Maria Celeste Osório Wender, de 70% a 80% das mulheres percebem alterações no corpo e/ou no humor antes de menstruar, embora somente de 20% a 30% delas reúnam sintomas suficientes para classificar a situação como síndrome. Ansiedade, choro fácil, aumento de apetite, retenção de líquidos e dor de cabeça são algumas das alterações enfrentadas pelas mulheres e relacionadas ao período.

Tudo isso ocorre porque hormônios sexuais, como estrógeno e progesterona, que atuam no sistema nervoso central, precisam ter sua produção reduzida para que a menstruação ocorra. Com a diminuição, algumas áreas do corpo passam a não ser atendidas por eles, o que gera alterações comportamentais.

Diminuir os efeitos desse processo não é muito fácil. Evitar alimentos que estimulem o sistema nervoso central (como os ricos em cafeína, por exemplo), praticar exercícios físicos e manter uma dieta saudável são atitudes que podem ajudar. Os anticoncepcionais, também interferem na quantidade de hormônios no corpo.

Outro hormônio capaz de provocar importantes mudanças no comportamento é o cortisol. Com a função básica de preparar o corpo para situações de estresse — tanto emocional quanto físico — essa substância, quando em excesso, pode gerar euforia.

— O efeito mais nítido da ação do cortisol é não deixar a glicose do corpo baixar. Ele faz o fígado produzir glicose, o que chamamos de gliconeogênese, que é a produção por meio de fontes que independem da alimentação — explica o médico integrante do comitê de endocrinologia e metabologia da Unimed Porto Alegre Sérgio Lerias de Almeida.

Conforme a endocrinologista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e professora de Fisiologia da UFRGS Poli Mara Spritzer, a quantidade de cortisol produzida pela glândula é proporcional à intensidade do estresse gerado. À medida que a situação causadora da tensão vai se resolvendo, os níveis do hormônio se normalizam.

— O sistema endócrino é capaz de regular a produção dos hormônios, inclusive o cortisol. Isso permite que a pessoa se adapte a situações adversas, mantendo a integridade das funções essenciais — explica Poli Mara.

Mesmo em um quadro de estresse crônico, o organismo é capaz de manter essa regulação, ainda que possam ocorrer certos prejuízos. De acordo com Almeida, a elevação do cortisol causada por estresse não tem capacidade, sozinha, de provocar doenças. Entretanto, ela pode ser prejudicial principalmente para quem já tem predisposição a alguma patologia, contribuindo para que o problema apareça. Pessoas com tendência a ter pressão alta, por exemplo, podem ficar mais suscetíveis à hipertensão quando o cortisol aumenta.

Hormônios produzidos na glândula tireoide também podem acarretar mudanças de comportamento.

— A disfunção mais comum relacionada à tireoide é o hipotireoidismo, quando há queda na produção de seus hormônios. Ela provoca sonolência excessiva e comportamento depressivo — comenta Almeida.

Segundo o endocrinologista do Hospital Moinhos de Vento Fernando Gerchman, um procedimento de rotina em pacientes diagnosticados com depressão é dosar os hormônios da tireoide.

— Há casos da doença completamente dependentes dos hormônios da tireoide, ou que são provocados por uma patologia em outra glândula, a adrenal — diz Gerchman.

Eles mexem com o seu apetite

As conexões feitas pelo corpo para equilibrar apetite, fome e saciedade são extremamente complexas. São vários hormônios e neurotransmissores envolvidos nesse processo que, até hoje, não foi bem compreendido pela ciência.

— Se fosse bem entendido, teríamos melhores ferramentas para tratar a obesidade — afirma o endocrinologista do Hospital Moinhos de Vento Guilherme Alcides Flores Soares Rollin.

Mas há um consenso: a insulina, a grelina, o GLP-1, o GIP e a leptina são hormônios com atuação direta nesse aspecto.

A insulina regula o nível de glicose no sangue, e a alimentação é o principal estímulo para sua produção, que ocorre no pâncreas. Farináceos em geral e alimentos ricos em carboidratos tendem a elevar a sua fabricação. Em excesso, ela pode aumentar o apetite e trazer problemas ao metabolismo.

— Estudos têm mostrado que a gente precisa diminuir os carboidratos da dieta e que, talvez, para os obesos seja mais importante reduzir o açúcar do que a gordura. Embora o ideal seja fazer um pouco de tudo — aponta Rollin.

A grelina, produzida pelo estômago, o GLP-1 e o GIP, produzidos pelo intestino, são responsáveis por enviar ao cérebro sinais para regular o apetite e a saciedade.

O GLP-1, inclusive, tem uma ação importante no tratamento de diabetes e de obesidade — no Brasil, entretanto, seu uso só é autorizado para tratar o diabetes.

A fome e a saciedade relacionam-se também com a leptina, hormônio produzido pelo tecido adiposo que tem o papel de inibir o apetite. Estudos e artigos apontam um paradoxo no que diz respeito à produção da substância: pessoas obesas têm altas concentrações da leptina que, em tese, deveria regular a quantidade de alimentos que é ingerida.

Eles mexem com o seu corpo

O crescimento de uma criança e seus órgãos, ou mesmo o aumento da massa muscular em um adulto, também são comandados pelos hormônios. Responsável por essas ações, o GH, popular hormônio do crescimento, atua na proliferação das células e no metabolismo da glicose e do colesterol. Sua secreção é estimulada durante as horas de sono — o que explica, em parte, aquela história contada pelas avós de que é preciso dormir cedo para crescer de forma adequada.

— Ele é liberado em quantidades maiores até os 20 anos, atuando na cartilagem, na parte do tecido ósseo que ainda não está bem formada. Ele faz com que haja crescimento longitudinal dos ossos e também dos órgãos internos — pontua Poli Mara.

Ao fim do período de crescimento, o GH passa a ser produzido em menores quantidades, mas ainda exerce funções importantes no metabolismo e na composição do corpo, mantendo uma distribuição adequada da gordura e boa massa muscular. Isso leva algumas pessoas a buscarem esse hormônio para conquistar massa magra mais rapidamente. Mas a administração da substância precisa ser feita com cuidado e, claro, com orientação médica.

Os hormônios sexuais como estrógeno e testosterona também são responsáveis por mudanças físicas. O primeiro, além da função reprodutiva nas mulheres, também responde pelas características femininas do corpo. Além disso, quando deixa de ser produzido — durante a menopausa — ele provoca ressecamento vaginal e pode trazer alterações ao sistema urinário.

Com o envelhecimento, os dois hormônios sexuais sofrem um decréscimo em sua produção acarretando outro problema: a osteoporose, pois também estão relacionados com a regulação do metabolismo ósseo. Segundo Maria Celeste, da UFRGS, um terço das mulheres na menopausa sofre com a osteoporose.

Eles mexem com o seu sono

Uma boa noite de sono também tem relação direta com os hormônios. Por meio de um mecanismo extremamente regulado, nosso corpo reduz a secreção de cortisol ao longo do dia, preparando-nos para dormir. Durante o período de descanso, entra em cena a melatonina, hormônio relacionado aos estímulos luminosos — seria ele o responsável por dizer ao corpo que, quando escurece, é chegada a hora de dormir. Quem sofre de insônia, por exemplo, pode ter alguma deficiência da substância.

Há outros hormônios que interferem no sono: é por causa do cortisol que o corpo começa o processo de acordar. A adrenalina, fabricada pela medula adrenal, também está vinculada a uma boa noite de sono. Responsável por aumentar a pressão arterial e os batimentos cardíacos, essa substância, assim como o cortisol, prepara o corpo para situações de estresse. Ela e o cortisol, quando em alta, dificultam o sono. Vem daí a recomendação para não fazer atividades físicas noturnas, que aumentam a produção desses hormônios num momento em que eles deveriam ser reduzidos.
Fonte: http://oncomedica.com.br/noticias/por-que-os-hormonios-sao-tao-importantes-para-o-equilibrio-do-corpo,39620

Alimentos e bebidas que DIMINUEM a sua TESTOSTERONA e muito!

Já parou para pensar que certas coisas que você ingere podem estar diminuindo os níveis deste hormônio fantástico e necessário para sua vida e bem estar?

Os principais alimentos e bebidas que diminuem a testosterona, e evite-os para alavancar os seus resultados.

1 – Semente de linhaça/Flaxseed

Semente de linhaça, óleo provindo da linhaça e até mesmo flaxseed oil vendido na forma de suplemento, é um dos piores alimentos que um homem pode ingerir.

Linhaça é rotulado como um alimento saudável por ser uma das fontes mais ricas de omega-3, mas isto não é o suficiente para compensar os efeitos negativos na testosterona. Este alimento também é rico em “lingans”, que é um composto que pode imitar o estrogênio no corpo. Inclusive, lingans foram identificados como um dos estrógenos naturais mais fortes do planeta.

Se você ainda não está entendendo porque isto é horrível, apenas considere o seguinte: de forma direta e simples, quanto mais estrogênio você tem, menos testosterona o corpo vai produzir.

2 – Cerveja

Além de conter álcool (que também diminui os níveis de testosterona), a cerveja contém lúpulo, uma planta altamente estrogênica, ao ponto de bagunçar o ciclo menstrual de mulheres que apenas a colhiam no campo.

3 – Soja

Soja contém um bombardeio de isoflavonas, que também são compostos extremamente estrogênicos. Existe um monte de estudos mostrando que a soja diminui a testosterona em animais e humanos.

4 – Refrigerantes/Softdrinks

Refrigerantes e softdrinks em geral são uma das principais razões para a epidemia da obesidade que estamos vendo no mundo. Somente o fato de ganhar gordura extra já afeta a sua testosterona), mas mesmo que você cuide do consumo de calorias e se mantenha magro, refrigerantes ainda vão derrubar a sua testosterona por causa da quantidade massiva de açúcar.

5 – Fastfood em geral

Qualquer pessoa com um pouco de bom senso já sabe que fastfood sequer pode ser considerado comida. A indústria do fastfood, na tentativa eterna de diminuir custos, vão sempre optar pelos ingredientes mais baratos. Isto inclui carnes de animais sendo tratados com os piores hormônios e alimentados da pior forma possível, uso de óleos vegetais que em sua maioria detonam a testosterona, produtos transgênicos, uso de pesticidas, conservantes, e com o bônus de geralmente serem consumidos com meio litro de refrigerante geladinho – fastfood é praticamente um combo com tudo o que pode derrubar a sua testosterona.

Conclusão

Estes são apenas alguns alimentos que podem afetar a sua testosterona, mas cortá-los da sua vida  já é um ótimo começo para maximizar a produção do hormônio mais anabólico do seu corpo E CONSEQUENTEMENTE GANHAR SAÚDE.