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HORMÔNIOS e a DOR

Dr. Marco Botelho, MSc, Phd.      domingo, 30 de junho de 2019

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Um dos sintomas que mais compromete a qualidade de vida de uma pessoa com câncer é a dor.

Diversos trabalhos apontam para a importância dos hormônios esteroides como Estradiol, Testosterona, e Progesterona na modulação da dor e analgesia (CRAFT, 2004).

Níveis séricos hormonais deficientes podem ser considerados biomarcadores da dor grave que não pode ser controlada por terapia farmacológica convencional com opioides, como a morfina, por exemplo, (TENNANT, 2015).

O uso indiscriminado de analgésicos opioides, incluindo codeína, meperidina e morfina, para controle da dor intensa, está associado à redução drástica dos níveis de testosterona do organismo, o que debilita ainda mais e gera mais dor.

A testosterona bioidêntica nanoestruturada apresenta propriedades antinociceptivas, que anulam ou reduzem a percepção e a transmissão de estímulos que causam dor, reduzindo a capacidade de perceber a dor.

A Terapia de Reposição Hormonal Bioidêntica Nanoestruturada pode ser considerada a opção mais adequada tanto na prevenção quanto no tratamento das doenças inflamatórias crônicas como o CÂNCER, tendo papel fundamental na prevenção das metástases ósseas e no tratamento da sintomatologia de pacientes com CÂNCER e outras DOENÇAS CRÔNICAS avançadas.

Compreendendo os mecanismos carcinogênicos da inflamação, podemos entender que todo câncer inicia a partir de um processo inflamatório crônico e que todo o processo inflamatório crônico inicia o desequilíbrio hormonal.

Por causa disso, é indiscutível o fato de que a Modulação Hormonal Bioidêntica Nanoestruturada devolve a qualidade de vida. 

Autor: Dr. Marco Botelho, MSc, Phd.

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